Não vou voltar atrás pra corrigir nada, eu prometo. Esse vai ser genuíno. Aliás, poderia até estar no nome também, vou colocar. Pronto, acabei tirando o rascunho dos parênteses pra ficar mais legível. Não é essa a palavra... Sabe quando alguma coisa que dizemos é sonora? Tenho isso com a leitura também. Não gosto de nenhum texto em que o parágrafo termine com uma palavra só na última linha. É motivo pra eu escrever mais meia dúzia de palavras só pra não ficar feio quando publico. Ridículo, mas é verdade. E nem sempre essas seis palavras são produtivas, mas... achei a palavra que procurava! Tornam o texto menos anti-estético.
Esse vai ser super anti-estético, nada a ver. É um tutorial pra minha cabeça funcionar mais vezes hahaha, como eu penso idiotice... e como vou acordar amanhã cedo? Paciência, imprevistos acontecem. Vou ali no fogão acender um cigarro e ...achei o isqueiro debaixo da minha perna. Ufa, ia camelar uns 5 metros nessa mansão até achar o fogão e provavelmente queimar minha franja. Eu queria coca. Achei um copo sem gás que pus na minha cadeira quando comecei a mexer aqui e consertar os títulos. Ainda bem que o Universo conspira a meu favor sutilmente e pôs esse copo e esse isqueiro bem aqui pra quando eu precisasse. E imagina, não é porque eu sou bagunceira e deixo as coisas pelo caminho, é coisa do destino hahaha... Prefiro justificar assim, é mais... Como é aquela palavra? Chique, não... é mais... Cadê aquela coisa pra eu ampliar meu vocabulário? Ah, isso o Universo não me dá de presente, eu tenho que procurar o Jovem. Voltando à minha justificativa da bagunça, é mais... fechei o olho, dei uma pescada. Acho que to tendo uma overdose de palavras sem sentido ricocheteando na minha cabeça. Mais místico e menos maloqueiro, eram essas as palavras. Pronto! Agora preciso ir, porque a bateria está acabando e esse é um sinal claro do destino pra eu ir dormir e acordar amanhã. E esse texto não pode continuar sendo um mero rascunho, ele tem que ser genuíno e um eco do meu eu. Meu eu, eco... entendeu? Eu, eu. Enfim, 7% restantes, esse computador da Xuxa sempre me engana. Fui. Enquanto isso, vou pensar na vida e em "como é aquela palavra mesmo?" uma hora eu canso de pensar e durmo. Porque o destino quis, senão eu ia ficar acordada e não iria trabalhar. Não seria má ideia se o destino conspirasse pra bateria do meu celular acabar e ele não tocar logo cedo.
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