Pages

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Rascunho genuíno / Eco do meu eu

Esse texto vai ser pra sempre um rascunho. Deveria se chamar rascunho, mas como o título é a única coisa que tenho, talvez seja melhor preservar. Não, esse vai ser meu rascunho ao vivo. Acabei de colocar rascunho entre parênteses antes do título. Sem correções, hoje vai doer escrever e o capricho vai ficar puto.
Não vou voltar atrás pra corrigir nada, eu prometo. Esse vai ser genuíno. Aliás, poderia até estar no nome também, vou colocar. Pronto, acabei tirando o rascunho dos parênteses pra ficar mais legível. Não é essa a palavra... Sabe quando alguma coisa que dizemos é sonora? Tenho isso com a leitura também. Não gosto de nenhum texto em que o parágrafo termine com uma palavra só na última linha. É motivo pra eu escrever mais meia dúzia de palavras só pra não ficar feio quando publico. Ridículo, mas é verdade. E nem sempre essas seis palavras são produtivas, mas... achei a palavra que procurava! Tornam o texto menos anti-estético. 
Esse vai ser super anti-estético, nada a ver. É um tutorial pra minha cabeça funcionar mais vezes hahaha, como eu penso idiotice... e como vou acordar amanhã cedo? Paciência, imprevistos acontecem. Vou ali no fogão acender um cigarro e ...achei o isqueiro debaixo da minha perna. Ufa, ia camelar uns 5 metros nessa mansão até achar o fogão e provavelmente queimar minha franja. Eu queria coca. Achei um copo sem gás que pus na minha cadeira quando comecei a mexer aqui e consertar os títulos. Ainda bem que o Universo conspira a meu favor sutilmente e pôs esse copo e esse isqueiro bem aqui pra quando eu precisasse. E imagina, não é porque eu sou bagunceira e deixo as coisas pelo caminho, é coisa do destino hahaha... Prefiro justificar assim, é mais... Como é aquela palavra? Chique, não... é mais... Cadê aquela coisa pra eu ampliar meu vocabulário? Ah, isso o Universo não me dá de presente, eu tenho que procurar o Jovem. Voltando à minha justificativa da bagunça, é mais... fechei o olho, dei uma pescada. Acho que to tendo uma overdose de palavras sem sentido ricocheteando na minha cabeça. Mais místico e menos maloqueiro, eram essas as palavras. Pronto! Agora preciso ir, porque a bateria está acabando e esse é um sinal claro do destino pra eu ir dormir e acordar amanhã. E esse texto não pode continuar sendo um mero rascunho, ele tem que ser genuíno e um eco do meu eu. Meu eu, eco... entendeu? Eu, eu. Enfim, 7% restantes, esse computador da Xuxa sempre me engana. Fui. Enquanto isso, vou pensar na vida e em "como é aquela palavra mesmo?" uma hora eu canso de pensar e durmo. Porque o destino quis, senão eu ia ficar acordada e não iria trabalhar. Não seria má ideia se o destino conspirasse pra bateria do meu celular acabar e ele não tocar logo cedo. 

Nenhum comentário :

Postar um comentário